Toda semana surge um novo sinal de que automação cotidiana deixou de ser assunto distante e passou a atravessar escolhas simples do cotidiano. A mudança raramente chega como revolução declarada; ela aparece no aplicativo que orienta a rota, na tela que reorganiza a fila e na decisão automatizada que ninguém percebe até depender dela.
O ponto mais interessante não está na novidade em si, mas na naturalidade com que passamos a aceitá-la. Quando uma tecnologia entra na rotina sem pedir licença, ela ganha poder justamente porque deixa de parecer tecnologia.
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